Você tem medo de assumir responsabilidade?

Muita gente morre de medo de ser responsável pelas próprias escolhas porque muitas vezes não consegue enxergar o outro lado da moeda. Se de um lado está escrito “responsabilidade”, do outro lê “liberdade”, pois responsabilidade significa liberdade. Quando alguém o obriga a ser infeliz, você não tem como mudar esta situação, afinal se sua infelicidade é causada por outra pessoa, o que você poderia fazer? A menos que essa pessoa decida parar com isso, não há o que se possa fazer. Agora, quando o responsável pela sua infelicidade é você mesmo, quem pode decidir parar com isso ou não é só você. Caso esteja gostando de ser infeliz, muito bem, seja mil vezes mais infeliz, não tem problema nenhum. Aproveite! Mas se não está gostando dessa situação, então pare com isso de uma vez por todas. Seja firme, decidido e liberte-se.

Quando assumimos responsabilidade por nossa vida e por toda a realidade que criamos, a lei do carma (ação e reação) não se manifesta, pois o carma só se manifesta quando a ação é feita com indiferença, pela metade, sem inteireza. Quando a ação é feita com inteireza, não existe prisão, não se criam amarras. Qualquer ato feito com totalidade torna-se completo. Você o transcende tão logo o realiza e nunca olha para trás. Qualquer momento vivido com plenitude não deixa nenhuma marca em você, nenhum rastro, você permanece intacto. Sua memória permanece limpa, sem cargas psicológicas para você carregar e não ficam feridas.

Por exemplo, se você tiver amado uma pessoa de forma plena, quando ela morrer não restarão feridas para se curar. Porém, se você não a tiver amado com inteireza, depois que ela morrer continuará vivendo em sua memória. Então será a hora de você se lamentar pois irá se arrepender. Você teve todo o tempo do mundo, todas as oportunidades para amá-la, mas não o fez. E agora não existe mais nenhuma chance pois essa pessoa foi embora. Já não há mais como viver o seu amor. Ninguém se lamenta por causa da perda de alguém. Você lamenta por causa da perda da oportunidade de amar.

Autor do Texto: Osho

 

Você sabe o porquê de não conseguir ter disciplina em alguma área da sua vida?

A maioria das pessoas sofre em alguma área da vida com problemas de falta de disciplina e isso muitas vezes pode gerar um sentimento de raiva e frustração. Normalmente estas metas são decididas e colocadas no papel, porém na hora de colocar em prática na rotina diária acaba ficando esquecida.

Muitas vezes estas metas são compartilhadas com amigos e pessoas próximas e, na hora de executar, nossa mente racional arranja uma desculpa e simplesmente nos absolvemos e ignoramos a meta, culpando as circunstâncias, o trabalho, a família, enfim, qualquer desculpa serve para justificar a falta de vontade de executar, porém um sentimento de frustração fica no nosso inconsciente.

Por que você pode não ser o culpado pela falta de disciplina?

Quando não tiver conseguindo ser disciplinado para realizar uma meta, não se frustre, pois a culpa muitas vezes é da escolha da meta. Quando a meta é decidida por obrigação e sem ter um motivo importante para realizar, fica bem difícil alcançá-la.

Em vez de ficar com raiva de si mesmo, reavalie a meta, pois a disciplina nada mais é do que uma ferramenta utilizada para alcançar um objetivo importante para você, ou seja, o prazer em alcançar a meta tem que ser muito maior do que qualquer dificuldade que encontrar no seu caminho.

Quando somos complacentes e carinhosos conosco, caímos e levantamos e seguimos rumo aos nossos sonhos e quando somos duros e disciplinadores de nós mesmos, nos tornamos rebeldes e vamos no caminho contrário que queremos ir.

E você como está se tratando? Como um disciplinador duro ou com compaixão e amor?

 

Você consegue observar os seus pensamentos?

Cada pensamento que temos está criando o nosso futuro. Somos todos cem por cento responsáveis por nossas experiências.

A vida na verdade é muito simples. O que damos, recebemos. O poder universal jamais nos julga ou crítica, ele apenas nos aceita dentro do nosso próprio valor e depois reflete nossas crenças em nossas vidas. Se quero acreditar que a vida é solitária e ninguém me ama, isso é o que encontrarei em meu mundo. Todavia, se estou disposta a abandonar essa crença e afirmar para mim mesma: “O amor está em todos os lugares e eu sou amorosa e digna de amor”, mantendo-me firme nesse pensamento e repetindo com frequência, ela se tornará verdade para mim. Então pessoas amorosas entrarão em minha vida, as pessoas que já estão nela se tornaram mais amorosas em relação a mim e eu me encontrarei expressando amor pelos outros com facilidade.

Toda a realidade que temos hoje, foi criado por nós em algum momento do passado, foram criados através de palavras e pensamentos. Entretanto, esse é o passado e ele já acabou, não pode ser modificado. O importante neste momento é o que estamos escolhendo pensar, acreditar e dizer agora. Esses pensamentos e palavras criarão nosso futuro. O nosso ponto de poder está no presente instante e está formando as experiências de amanhã.

A crença mais profunda que a maioria de nós temos é sempre: “Não sou bom o bastante! ” Muitas vezes acrescentamos a isso “Não mereço”, “Eu não faço o bastante”, deixando implícito ou sentindo que “Você não é bom o bastante”, mas para quem? E de acordo com os padrões de quem? Se essa crença for muito forte no seu interior. De que maneira você pode criar uma vida alegre, próspera, saudável, cheia de amor? De alguma forma, sua principal crença subconsciente sempre a esteve contradizendo.

O ressentimento, a crítica, a culpa e o medo causam mais problemas do que qualquer coisa, essas quatro emoções causam os principais problemas em nossos corpos e nossas vidas. Essas sensações surgem por culparmos os outros e não assumirmos a responsabilidade pelas nossas próprias experiências. Entenda, se somos todos cem por cento responsáveis por tudo o que existe em nossas vidas, não temos a quem culpar. Seja o que for que esteja acontecendo “lá” é apenas um reflexo dos nossos próprios pensamentos interiores. Não estou defendendo a mau comportamento dos outros, mas são nossas crenças que atraem pessoas que nos tratam assim.

Precisamos escolher nos libertar do passado e perdoar a todos, inclusive a nós mesmos. Talvez não saibamos como perdoar e talvez não queremos perdoar. Porém, o simples fato de dizermos que estamos dispostos a perdoar dá início ao processo de cura. Para nossa própria cura é imperativo que nós nos libertemos, podemos iniciar utilizando a seguinte afirmação “Eu o perdoo por não ser como eu queria que você fosse. Eu o perdoo e o liberto.”

Preste atenção agora no que você está pensando. É positivo ou negativo? Você quer que esse pensamento crie seu futuro? Apenas preste atenção e tome consciência.

O TEXTO FOI BASEADO NO LIVRO – VOCÊ PODE CURAR A SUA VIDA – LOUISE HAY.

A coragem de ser imperfeito

Saber lidar com a vergonha é ser capaz de dizer “Isso dói. Isso é decepcionante e talvez até devastador. Mas o sucesso, o reconhecimento externo e a aprovação dos outros não são os valores que me controlam. O meu valor é a coragem, e eu fui corajoso. Não me envergonho disso”

A vulnerabilidade se baseia na reciprocidade e requer confiança e limites. Tem a ver com compartilhar nossos sentimentos e experiências com pessoas que conquistaram o direito de conhece-los. Estar vulnerável e aberto é uma parte integrante do processo de construção da confiança.

Estamos aqui para criar vínculos com as pessoas. Fomos concebidos para nos conectar uns com os outros. Esse contato é o que dá propósito e sentido à nossa vida, e, sem ele, sofremos.

Quando estamos vulneráveis ficamos totalmente expostos, sentimos que entramos numa câmara de tortura (que chamamos de incerteza) e assumimos um risco emocional enorme. Mas nada disso tem a ver com fraqueza. Vulnerabilidade não é algo bom e nem mau, pois quando estamos vulneráveis é que nascem o amor, a aceitação, a alegria, a coragem, a empatia, a criatividade, a confiança e a autenticidade.

Quando a vergonha se torna um estilo de gerenciamento, a motivação vai embora e quando errar não é uma opção, não existe aprendizado, criatividade ou inovação.

A jornada da vulnerabilidade não foi feita para se percorrer sozinho. Nós precisamos de apoio. Precisamos de pessoas que nos ajudem na tentativa de trilhar novas maneiras de ser e não nos julguem. Precisamos de uma mão para nos levantar quando cairmos (e se você se entregar a uma vida corajosa, levará alguns tombos). A maioria de nós sabe muito bem prestar ajuda, mas, quando se trata de vulnerabilidade, é preciso saber pedir ajuda também.

O que tem em comum as pessoas que lidam bem com a própria vulnerabilidade e acreditam no próprio valor, conseguindo ser uma pessoa plena;

  1. Cultiva a autenticidade; e liberta do que os outros pensam.
  2. Cultiva a autocompaixão; se liberta do perfeccionismo.
  3. Cultiva um espirito flexível; se liberta da monotonia e da impotência.
  4. Cultiva gratidão e alegria; se liberta do sentimento de escassez e do medo do desconhecido.
  5. Cultiva intuição e fé; se liberta da necessidade de certezas.
  6. Cultiva a criatividade; se liberta da comparação.
  7. Cultiva o lazer e o descanso; se liberta da exaustão como símbolo de status e da produtividade como fator de autoestima.
  8. Cultiva a calma e a tranquilidade; se liberdade da ansiedade como estilo de vida.
  9. Cultiva tarefas relevantes, se liberta de dúvidas e suposições.
  10. Cultiva risadas, música e dança; se liberta da indiferença e de “estar sempre no controle”.

Viver plenamente quer dizer abraçar a vida a partir de um sentimento de amor-próprio. Isso significa cultivar coragem, compaixão e vínculos suficientes para acordar de manhã e pensar: “Não importa o que eu fizer hoje ou o que eu deixar de fazer, eu tenho meu valor”. E ir para a cama a noite e dizer: “Sim, eu sou imperfeito, vulnerável e as vezes tenho medo, mas isso não muda a verdade de que também sou corajoso e merecedor de amor e aceitação”.

Vulnerabilidade gera vulnerabilidade; e a coragem é contagiosa, pois quem nos ama estará ao nosso lado, independentemente dos resultados que podemos alcançar.

O TEXTO FOI BASEADO NO LIVRO A CORAGEM DE SER IMPERFEITO – BRENÉ BROWN.

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O poder do silêncio

A calma é nossa natureza essencial, é o espaço interior e a nossa mais Íntima noção de nós mesmos e de quem somos.

O equivalente ao barulho externo é o barulho interno do pensamento, o equivalente ao silêncio externo é a calma interior. Sempre que houver silêncio a sua volta, ouça-o. Ouvir o silêncio desperta a dimensão de calma que já existe dentro de nós, porque é só através da calma que podemos perceber o silêncio.

Com facilidade ficamos aprisionados nas armadilhas dos pensamentos, pois a mente humana tem um intenso desejo de saber, de compreender e de controlar. Ela confunde opiniões e pontos de vista com a verdade. A mente afirma: “As coisas são exatamente assim”.

A mente pensante é uma ferramenta útil e poderosa, mas torna-se muito limitadora quando invade completamente sua vida, impedindo você de perceber que a mente é apenas um pequeno aspecto da consciência da nossa verdadeira essência.

A mente funciona com “voracidade “e por isso está sempre querendo mais. Quando nos identificamos com a nossa mente ficamos facilmente entediados e ansiosos. O tédio demonstra que a mente deseja avidamente mais estímulo, mais o que pensar, e que essa fome não está sendo saciada.

Quando você fica entediado, pode querer satisfazer a fome da mente lendo uma revista, dando um telefonema, assistindo a tevê, navegando na Internet, fazendo compras ou – o que é bem comum – transferindo a sensação mental de carência e a necessidade de quero mais para o corpo e se satisfazendo temporariamente comendo mais.

A alternativa é aceitar o tédio e a ansiedade e observar como é se sentir entediado e ansioso. Á medida que damos conta dessa sensação, surge de repente um espaço e uma calma em volta dela. Primeiro é um pequeno espaço interno, mas, à medida que esse espaço aumenta, o tédio começa a diminuir de intensidade e de significado. Dessa forma até o tédio nos ensina quem nós somos e quem não somos.

O tédio, a raiva, a tristeza e o medos são frutos da mente e por isso vão e voltam. Qualquer tipo de preconceito mostra que estamos identificados com a mente pensante e não com a nossa essência. A verdadeira liberdade é saber que somos a consciência por trás dos pensamentos e descobrimos isso na calma, que vem com o silêncio.

Quando nos tornamos amigos do momento presente, quando estabelecemos uma boa relação com ele, ficamos sempre à vontade em qualquer situação. Mas, quando não nos sentimos à vontade no AGORA, levamos o desconforto para qualquer lugar onde formos.

A divisão da vida em passado, presente e futuro é uma construção da mente, em última análise, ilusória. O passado só pode ser lembrado no Agora e o futuro quando chegar é o Agora. Portanto, a única coisa real, a única coisa que sempre existe, é o Agora.

Concentrar sua atenção no Agora não é negar o que é necessário em nossa vida, pois quando estamos assumindo a responsabilidade pelo nosso momento presente entramos em harmonia com a vida.

Quando conseguimos perceber o silêncio, sentir a calma, ser realmente quem somos em essência, sentimos uma enorme sensação de paz. Essa sensação pode ser chamada de alegria. É a alegria de saber que nosso ser é a própria essência da vida e de ser quem realmente somos.

Quando estamos fazendo algo que não queremos fazer, estamos negando a vida, e é impossível chegar um bom resultado. Neste momento abandone a vontade de não fazer e se entregue ao que está fazendo. Fazendo uma coisa de cada vez é um ato de entrega e encontrará a paz, pois quando aceitamos o que é, atingimos um nível mais profundo, sem julgamentos da mente do que é “bom” ou “ruim”.

O “sim” para o momento presente nos mostra que temos uma dimensão de profundidade e que não dependemos das condições externas para sermos felizes.

O TEXTO FOI BASEADO NO LIVRO O PODER DO SILÊNCIO – ECKHART TOLLE.

 

Você ama a si mesmo?

Há uma tendência de achar que o amor a si mesmo é vaidade, egoísmo e arrogância, e é por isso que talvez ele não seja despertado e estimulado em nós desde pequenos. Pelo contrário, somos formados para atender o desejo alheio, a expectativa dos pais, as exigências dos professores e as ordens dos adultos. Lutamos desesperadamente para responder as solicitações externas como forma de sermos amados pelos outros. E nesse esforço permanente perdemos de vista o incrível milagre que é cada um de nós.

Precisamos amar o próximo como a nós mesmo, pois se não nos amarmos e respeitarmos, seremos incapazes de qualquer amor verdadeiro pelo outro.

As atitudes de vaidade, egoísmo ou arrogância não revelam amor a si mesmo. Revelam medo, insegurança, necessidade de afirmação de algo em que não se acredita de fato. Essas atitudes são disfarces, escudos para ocultar – até a própria pessoa – as carências que a incomodam e fazem sofrer. Pense nisso sempre que uma pessoa arrogante ou triunfalista intimidar ou procurar diminuir você. O amor é respeitoso, generoso, solidário e cheio de compaixão, já que é a expressão do divino em nós.

Quais são os passos para aprender a amar-se?

Primeiro passo: Não se critique

As críticas nunca mudam nada, por isso recuse-se a se criticar e aceite-se exatamente como você é para então realizar as mudanças que deseja. Lembre-se, todo mundo muda, todo mundo! Mas quando você se crítica, suas mudanças automaticamente são negativas porque não partem de um movimento que contribua para seu amor-próprio. Em contrapartida, quando você se aceita, é incrível como suas mudanças passam a ser positivas.

Segundo passo: Não se deixe assustar

Quem se ama, se trata com carinho, não procura meter medo em si mesmo. Não se trata de impedir que os outros nos assustem, mas de não nos deixarmos assustar por nós mesmos, com pensamentos negativos e sempre esperando o pior das coisas. Se você se esforçar vai conseguir eliminar o hábito de entregar-se a pensamentos assustadores.

Terceiro passo: Seja amável, gentil e paciente

Seja gentil, amável e paciente com você mesmo, pois a nossa vida é como um jardim. Precisamos colocar as sementes para que as coisas aconteçam. Para isso precisamos escolher os pensamentos que contribuam para a realidade e experiências que desejamos.

Quarto passo: Pense com bondade a seu respeito

O que faz as pessoas não gostarem de si mesma são os pensamentos negativos. É preciso mudar estes pensamentos. Há uma diferença entre ter direito ao amor e merecer o amor. Se pensarmos na respiração, ela é uma função natural de qualquer ser vivo, ninguém precisa conquista-la, ela é um direito. O mesmo acontece com o amor. Temos todo o direito de sermos amados.

Quinto passo: Relaxe

Bastam um ou dois minutos por dia, para começar. Feche os olhos, respire fundo duas ou três vezes e procure relaxar todo o corpo libertando conscientemente as tensões que está carregando. O relaxamento é essencial, absolutamente essencial para o processo curativo. É difícil qualquer mudança dentro de nós se estamos tensos contraídos e acelerados.

Sexto passo: Medite e visualize

Este gesto é de extremo amor com nós mesmos, pois todos nós temos uma imensa sabedoria em nosso interior e quando meditamos temos dentro de nós todas as respostas para as questões que desejamos fazer. Visualizar é criar um quadro ou imagem mental nítida daquilo que você deseja, como se já estivesse existindo. O essencial é sempre fazer visualizações positivas.

Sétimo passo: Elogie-se

Por favor elogie-se! A crítica destrói a autoestima e o elogio a levanta. Então elogie-se o mais que puder, dizendo como você faz bem aquilo que faz. Não desvalorize os pequenos avanços, as conquistas quase imperceptíveis em nome dos grandes feitos e vitórias que você fantasia como possíveis.

Oitavo passo: Apoie-se

Amar-se é apoiar-se. Apoiar-se não significa ser auto-suficiente, mas procurar sempre meios de se apoiar. Não tenha medo de estender a mão e pedir aos amigos “me ajude”. É um gesto de extrema grandeza e generosidade pedir ajuda quando necessário. Generosidades para com aqueles a quem você apela, porque permite que eles se tornem solidários. Se a ajuda dos amigos não for suficiente, procure um grupo de apoio, procure uma terapia. A única coisa que você que quer se amar não pode fazer é isolar-se ou achar que resolve as coisas por si mesmo.

Nono passo: Tenha carinho com o negativo

Chamo de “negativo” todas as características e hábitos adquiridos que comprometem nossa felicidade, que causam prejuízo aos outros, que impedem a nossa realização no amor. Não pense, por exemplo, “eu odeio meu trabalho”, quando houver uma insatisfação profissional, pois, tratar a situação com raiva não contribui em nada para muda-la ou curá-la. Precisamos lidar com eles de uma forma carinhosa e com gratidão.

Décimo passo: Cuide de seu corpo

O corpo é a casa onde você mora. Ao nascer, você se mudou para essa casa e, quando deixar o planeta, você se mudará dela. Então, ame e cuida da casa onde mora. Descubra o que você gosta de fazer para que seu corpo seja o mais saudável, flexível e ágil possível. A alimentação saudável é um combustível para o nosso corpo, para criar novas células e nos dar energia.

Décimo primeiro passo: Faça o exercício do espelho

O exercício do espelho pode mudar nossas vidas, apenas olhando-se no espelho e dizendo “Eu te amo, eu te amo de verdade”. É difícil, e no início da vergonha, mas se persistirmos aos poucos, nos libertamos dos pensamentos e comportamentos destrutivos e acabamos nos aceitando e assim amar-se passa a ser muito mais fácil.

O TEXTO FOI BASEADO NO LIVRO APRENDENDO A GOSTAR DE SI MESMO – LOUISE HAY.

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Quem não quer contentamento?

Embora todos queiram contentamento, há uma verdadeira epidemia de descontentamento na vida moderna. Seja o que for que a gente consiga, seja qual for a quantia de dinheiro que a gente ganhe, nunca é o bastante, pois cada desejo que a gente satisfaz, outro segue sempre de perto.

O contentamento pode surgir em diversas atividades. Aparece naqueles momentos que você fica completamente absorvido pelo que está fazendo e você só percebe que estava contente quando alguns dias ou semanas depois começa a sentir saudades.

O contentamento surge de uma disposição de abandonar ideias preconcebidas e de afirmar a realidade tal como ela é. Respeitar “as coisas como elas são” é o exato oposto de viver com aquela mentalidade do “assim que…”. A realidade nem sempre é como você gostaria que fosse.

A primeira lição do contentamento diz respeito a distinguir as duas realidades que temos – interior e exterior. O que requer entender o que é projeção.

Projeção: causa de confusão

Projeção é o erro de atribuir um aspecto de sua vida interior a alguém ou algo lá fora. Dessa forma você não aceita a responsabilidade por ele. Projetamos o tempo todo as situações de como gostaríamos que elas fossem e não como são realmente. Todos nós projetamos atributos negativos como preguiça, ganância, inveja, ciúme, capacidade de fazer intrigas, covardia, medo, entre outros. É mais fácil vermos esses atributos em nossos companheiros ou em nossos vizinhos do que em nós mesmos, porém também projetamos atributos positivos. As projeções nos mantêm presos em ilusões que nós mesmos fabricamos. Infelizmente, quando a realidade não tem mais como manter nossas projeções, não costumamos reagir bem, ficamos desiludidos e cínicos.

Quando a realidade é respeitada e você atua a partir do que ‘’é” em vez de viver atolado em suas projeções, você começa a encontrar a saída de qualquer dilema.

O “eu” que existe dentro de todos nós pensa que o contentamento vai chegar “assim que” controlar a realidade e, na verdade, valorizar e aceitar os pequenos momentos são atitudes que trazem uma medida inesperada de contentamento.

Para ter contentamento, é essencial começar todos os dias lembrando de ser exatamente o que você é – nada mais, nada menos.

Contentamento requer energia e desperdiçamos muita energia. Gostamos de gastar mais do que temos e desperdiçar tempo com coisas sem sentido.

Como conseguir contentamento em meio à agitação da vida moderna?

Podemos escolher um dia da semana para ter uma pausa. Quando não temos uma parada no sétimo dia, a vida simplesmente se torna uma nuvem confusa e a monotonia toma conta de tudo. Pode ser um sábado ou um domingo, o importante é se programar para recarregar as suas baterias e refrescar o espírito. Não deixe que os deveres e responsabilidades da semana, nem mesmo as tarefas domésticas ou obrigações sociais, esgotem a sua energia e estraguem esse dia. Transforme em prioridade preservar um oásis de descanso e contemplação toda semana.

Temos a possibilidade também de fidelizar o momento, que é uma atenção deliberada e concentrada no que está a sua volta, concentração em cada ato, cada pensamento, cada sentimento e cada sensação. Procure concentração nas atividades rotineiras e veja a rapidez com que os seus pensamentos fogem do presente para viver algo do passado ou se preocupar com algo no futuro. O passado já foi e o futuro ainda está por vir. Tudo quanto existe é o agora e podemos usufruir somente do momento presente, onde temos a possibilidade de encontrar o contentamento.

A compaixão também é um caminho. Basta procurar uma oportunidade, todos os dias, de satisfazer as necessidades de alguém. Pequenos atos de bondade são os melhores para cultivar o contentamento.

O TEXTO FOI BASEADO NO LIVRO CONTENTAMENTO – JOHNSON, ROBERT A.

Vamos aumentar o contentamento? Que tal praticar algumas sugestões citadas acima? Coloque nos comentários do blog como está sendo a sua experiência.

 

 

 

 

 

Como posso ter paz após ser magoado?

Sempre podemos escolher entre trilhar o Ciclo do perdão ou o Ciclo da vingança. Quando não perdoamos e classificamos alguém como monstro estamos negando a responsabilidade da pessoa por seus atos.

No Ciclo da vingança, rejeitamos a dor e o sofrimento e acreditamos que ferindo a pessoa que nos feriu passará. E no Ciclo do Perdão, enfrentamos a dor e o sofrimento e avançamos rumo a aceitação e a liberdade trilhando o Quádruplo Caminho.

Os passos do Quádruplo Caminho são: contar a história, dar vazão à mágoa, conceder o perdão e renovar ou abrir mão do relacionamento.

Por que contar a história? É o modo de resgatarmos nossa dignidade após sofrermos algum dano. É o modo como começamos a recuperar o que nos foi tomado e a compreender e extrair sentido de nossa ferida. Conte a verdade e comece pelos fatos. Dependendo da natureza do trauma, no começo as memorias podem estar fragmentadas e ser difícil de articula-las e, somente falando sobre elas, você consegue liberta-las, pois quando trancamos nossas histórias dentro de nós os danos iniciais são agravados e se reprimirmos por medo ou vergonha, continuamos presos ao trauma e ao papel de vítima. Não é fácil, porém é o início da liberdade ao perdão.

Caso não houver ninguém em quem confie, você pode imaginar a pessoa na sua frente e se expressar. Pode escrever uma carta para a pessoa que lhe fez mal e se não tiver sentido enviar, você pode queimar. Podemos sentir necessidade de contar nossas histórias muitas vezes, para muitas pessoas e de muitas formas antes de nos sentirmos prontos para seguir adiante no processo do perdão.

Dar vazão à mágoa

Muitas vezes parece mais fácil ou mais seguro ignorar uma mágoa, reprimi-lá, tira-lá da cabeça, fingir que não aconteceu ou racionaliza-lá, dizendo a nós mesmos que não devíamos nos sentir como nos sentimos. Mas mágoa é uma mágoa. Uma perda é uma perda. É um mal sentido, mas negando sempre encontrará uma forma de se expressar, pois quando enterro minha mágoa em vergonha ou silêncio, ela começa a se infeccionar de dentro para fora. Sinto a dor mais agudamente e sofro ainda mais por sua causa.

Devemos ser corajosos e dar vazão às mágoas que nos levam a sentir vergonha ou nos diminuem quando nossa dignidade é violada. Não fazemos bem a ninguém guardando a ferida no armário de um passado que nos recusamos reconhecer. Devemos fazer o possível para arrancar essa raiz e conseguimos somente através da verdade.

O luto emocional é o modo como enfrentamos e liberamos a dor que sentimos. Ele tem muitos estágios bem documentados – a negação, a raiva, a barganha, a depressão e, por fim, a aceitação.

Muitas pessoas estão desconectadas de seus sentimentos e experiências. Isso geralmente ocorre em consequência de um sofrimento antigo que foi reprimido. Por essa razão, há ocasiões em que devemos reaprender a sentir para se aprender a perdoar.

Conceder o perdão

Depois de contarmos nossas histórias e darmos vazão às nossas mágoas, o próximo passo é conceder o perdão. As vezes a escolha é feita depressa e outras vezes leva tempo, mas como inevitavelmente avançamos no Quádruplo Caminho escolhemos o perdão porque é o modo de encontrar a liberdade e impedir que permaneçamos presos num círculo infinito de contar a história e dar vazão às mágoas. É como se passa do papel de vítima ao de herói. Uma vítima está em posição de fraqueza, sujeita aos caprichos dos outros. Já heróis determinam seu destino e futuro. Uma vitima não tem nada a dar e nenhuma escolha a fazer. Um herói tem a força e a capacidade de ser generoso e compassivo, e o poder e a liberdade que provém da capacidade de optar por conceder o perdão.

O perdão é uma escolha, crescemos através dele e sabemos que estamos superando quando somos capazes de contar uma nova história.

Renovar ou Abrir Mão do Relacionamento

Para concluir a jornada do perdão e alcançar a integralidade e a paz a qual anseia, você deve escolher entre renovar ou abrir mão do relacionamento e após este passo final no Quádruplo Caminho, você apaga do quadro tudo que causou uma ruptura no seu passado.

A decisão de renovar ou abrir mão é uma escolha pessoal que só você pode fazer. Quando é um vínculo estreito, de família, os fios da memória da intimidade que os unem são fortes e, neste caso, a opção é renovar. É mais fácil abrir mão de um relacionamento com um conhecido, vizinho ou estranho, porque estas pessoas não ocupam um lugar especial no seu coração.

A decisão refletida de abrir mão do relacionamento é uma escolha válida. Mesmo assim, a renovação ou a reconciliação são sempre preferíveis, com exceção dos casos em que a segurança está em jogo.

Quando abrimos mão do relacionamento aquela pessoa vai embora com um pedaço do nosso coração e da nossa história. Renovar nossos relacionamentos é o modo de colhermos frutos do que o perdão plantou, pois, a renovação é um ato criativo. Os relacionamentos ficam profundos quando enfrentamos a verdade, reconhecemos nossa humanidade comum, e podemos contar uma nova história sobre o relacionamento transformado.

O TEXTO FOI BASEADO NO LIVRO DO PERDÃO – DESMOND TUTU&MPHO TUTU

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